EFICÁCIA DA FOLHA DE BANANEIRA (Musa sp) COMO ANTI-HELMÍNTICO EM OVINOS NATURALMENTE INFECTADOS

dc.contributor.authorHONÓRIO, Stênio Cassiano Meireles
dc.date.accessioned2018-09-06T17:44:12Z
dc.date.available2018-09-06T17:44:12Z
dc.date.issued2018-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado à Fundação Educacional de Ituverava, Faculdade “Doutor Francisco Maeda”, para obtenção do título de bacharel em Medicina Veterináriapt_BR
dc.description.abstractAs infecções em pequenos ruminantes causadas por verminoses são os principais fatores de perdas econômicas na produção caprina e ovina. Pode-se dizer que essa suscetibilidade a verminoses torna a criação de ovinos um ato preocupante para os criadores, que buscam, constantemente, métodos alternativos para o controle destas incidências. Nesse contexto, têm – se referido que a folha da bananeira (Musa sp) é um potencial anti-helmíntico natural, a qual, consumida diariamente junto com dieta normal, torna-se um método preventivo, curativo e contínuo, com características naturais e de baixo custo. Portanto, o objetivo do presente estudo foi analisar o potencial anti-helmíntico da folha e talo de bananeira (Musa sp), fornecida in natura junto com a alimentação convencional, em ovinos naturalmente infectados por helmintoses gastrointestinais. Foram utilizadas 12 ovelhas, SRD, de idades variadas, naturalmente infectadas. Os animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos experimentais (n=6): Grupo Tratado (GT) e Grupo Controle (GC). Aos animais do GT foi administrado um quilo de folhas e talos frescos de bananeira/animal/dia, durante 40 dias consecutivos, juntamente com a alimentação convencional a base de capim nativo e sal mineral. Os animais do GC permaneceram sem tratamento durante toda fase do experimento. Foram coletadas amostras fecais dos animais, examinadas individualmente para obtenção do OPG (número de ovos de helmintos por grama de fezes). As coletas foram realizadas antes do início do experimento (T0), 7, 14, 21, 28, 35 e 40 dias após o início experimental (T7, T14, T21, T28, T35 e T40, respectivamente). A inspeção da conjuntiva dos animais (Grau Famacha) e coleta de sangue para obtenção do hematócrito foi realizada em todos os animais dos grupos GT e GC, nos tempos descritos acima. As variáveis paramétricas foram submetidas ao teste ANOVA, enquanto as não-paramétricas foram submetidas ao teste de Kruskal-Walis para verificar diferenças intra-grupo. Para comparação pareada entre grupo controle (GC) e grupo tratado (GT) foram utilizados o teste de T-student para as variáveis paramétricas e o teste de Mann-Whitney para as variáveis não paramétricas (p<0,05). Não houve diferença significativa no OPG dos GC e GT, nem na contagem do hematócrito. O fornecimento de cerca de 1kg de folhas e talos frescos de bananeira (Musa sp.) aos ovinos não contribuiu para o controle dos endoparasitas nos animais, revelando a necessidade de estudar novas formas de administração da planta.pt_BR
dc.description.sponsorshipPaula Ferreira da Costapt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.feituverava.com.br/handle/123456789/2824
dc.publisherFAFRAMpt_BR
dc.subjectAnti-helmínticos naturais,pt_BR
dc.subjectFolhas de bananeira,pt_BR
dc.subjectHelmintoses gastrointestinais,pt_BR
dc.subjectParasitoses em pequenos ruminantes.pt_BR
dc.titleEFICÁCIA DA FOLHA DE BANANEIRA (Musa sp) COMO ANTI-HELMÍNTICO EM OVINOS NATURALMENTE INFECTADOSpt_BR
dc.typeBookpt_BR

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